segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Cidade do México - Dia 4

O quarto dia na cidade do México foi bem corrido e sem o carro não conseguiríamos visitar tantos lugares distantes.

O roteiro de hoje foi:

1) Cayoacan (Museu Frida, Feira de Artesanato e praça);
2) Parque de La Hormiga (Bosque Chapultepeque);
3) Museus de Cera e Ripley

Começamos o dia por Cayoacan. Passamos inicialmente em um Walmart de lá para tomar café da manhã e depois seguimos para a casa da Frida Kahlo. Estacionamos o carro em uma rua paralela a casa, na rua mesmo e sem precisar pagar estacionamento.

A casa de Frida Kahlo tem ainda os móveis e pertences dela. A fila para entrar na casa estava dando volta no quarteirão. Não tínhamos intenção de entrar na casa, apenas conhecê-la por fora, portanto tiramos algumas fotos, colocamos o nosso pequeno no carrinho e fomos dar uma volta na cidade.


Seguimos para a praça central de Coyoacan a pé mesmo. A praça ainda estava tendo festividades do dias dos mortos. Há diversos bancos e árvores que dão um ar de cidade do interior. Fomos até a fonte dos coiotes, símbolo da cidade (um chafariz). Depois passamos no Mercado de Artesanias para comprar souvenirs. Compramos caveirinhas de lembrança, há de diversos tamanhos e cores. Uma dica é pesquisar em várias barracas, pois a primeira estava o dobro do preço da banca que compramos, mais para o final da feira.







Depois de Coyoacan, seguimos para o shopping Zapamundi para almoçar. Passamos em frente a ele e parecia ser uma boa opção para o almoço. Há um supermercado bem grande por lá, mas não há muitas opções de comida. O pequeno almoçou macarrão no Sanborns Café enquanto nós comemos pizza no Pizza Hut.

Dali seguimos para o Bosque Chapultepeque novamente. Estacionamos na rua desta vez, nas proximidades do portão do Parque de La Hormiga, que é uma área infantil do bosque com muitos brinquedos para os pequenos. Junto do Parque de La Hormiga não há estacionamentos no bosque, somente na rua mesmo.

No parque de La Hormiga há banheiros, espaço para piquenique, tirolesa, balanços, brinquedos para escalar e muito gramado e esquilos. Passamos a tarde por lá.




Por volta de 16h seguimos para os Museus de Cera e Ripley. Mais uma vez estacionamos na rua, quase em frente, sem precisar pagar estacionamento. Os museus são rápidos para serem visitados. Levamos mais ou menos uma hora em cada um. Compramos o ingresso que dá direito de visitar os dois museus. Fomos informados que não há necessidade de fazer as visitas no mesmo dia. Para informações sobre preços e horários, acesse os sites:
Museo de Ripley e Museo de Cera: $ 190 pesos o ingresso adulto e $ 160 pesos o ingresso para a criança.
Aberto de segunda a domingo de 11h às 19 horas.
Fica na Calle Londres n. 4, Col. Juárez. Del. Cuauhtémoc. Ciudad de México
Pode descer na estação de metrô Cuauhtémoc, é a mais próxima.







O Museu de Cera tem muitas personalidades espanholas, portanto, há várias estátuas desconhecidas para a gente. Porém há algumas bem legais e que valem algumas fotos. O nosso pequeno gostou bastante do Wolverine, dos atletas, Batman, Homem Aranha e Homem de Ferro. No final do museu  tem o Chaves. O Museu Ripley's é o museu de coisas incríveis. Havíamos passado por um em Londres, mas não tínhamos tempo para entrar. Então quando vi que no México também tinha este museu, quis aproveitar.

Para visitar estes dois museus tivemos que deixar o carrinho e a mochila em um guarda-volumes. O caminho realmente seria complicado de carrinho, pois há várias escadas. Tenha atenção nestes museus sobre a exposição para as crianças. No museu de cera, por exemplo, tem a parte de estátuas de cêra de filmes de terror. A caminhada pelos personagens de horror é longa, avalie se vale a pena entrar com criança ali. Eles não recomendam. O espaço de terror é sinalizado para que você evite entrar com as crianças, sendo assim, você pode pular esta sala e passar direto para a seguinte. No Ripley há algumas "brincadeiras" que assustam. O nosso pequeno, por exemplo, ficou com medo e com mal humor após abrir um baú misterioso que "soltava" um grito. De modo geral, os museus são divertidos, mas se estiver com o roteiro apertado, deixe-os de fora.

Do lado de fora dos museus, junto de uma lojinha de souvenirs, havia uma funcionária fazendo mãos de cera por 50 pesos. As pessoas mergulhavam a mão na cera e depois a funcionária tirava a cera como se fosse uma luva. Apesar da ideia ser legal, nosso pequeno não quis fazer de jeito nenhum.

Aproveitamos para jantar no Olive Garden, na Paseo de La Reforma, que não era muito longe dali. Fomos a pé para o restaurante e depois voltamos para pegar o carro. Neste restaurante sempre pedimos para o pequeno a massa com molho bolonhesa e brócolis.


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