segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Portugal - Dia 4 - Lisboa

O Roteiro deste dia foi:

1) Praça dos Restauradores
2) Praça D. Pedro IV
3) Rua Augusta
4) Praça do Comércio
5) Castelo de S. Jorge
6) Elevador de Santa Justa
7) Convento do Carmo

Para iniciar o dia poderíamos ter pegado o metrô da linha azul, Parque, e ter descido na estação Restauradores. Entretanto, como só eram 2 ou 3 estações do hotel, resolvemos ir andando para conhecer a Av. da Liberdade até o final. A av. da Liberdade, como comentado em uma postagem anterior, é uma avenida super larga com diversas lojas de grifes famosas.


Chegando na Praça Restauradores, tiramos foto do Obelisco de comemoração da independência de Portugal da Espanha. Seguimos a mesma rua então para a Praça D. Pedro IV, passando pela estação do Rossio, com uma arquitetura muito bonita. Na Praça D. Pedro IV é legal observar a arquitetura do teatro Nacional D. Maria III. Nesta praça há dois chafarizes grandes.


Depois de algumas fotos seguimos para a Rua Augusta, que é uma rua de pedestres, como o nosso calçadão. Há várias lojas de souvenirs, restaurantes e lanchonetes por ali. Seguimos até o final, o arco da Augusta. Já conhecíamos a região ali, pois foi onde pegamos o Electrico para ir para Belém. Depois do Arco da Augusta tem a Praça do Comércio, enorme.


Voltamos a própria rua Augusta com uma parada para um lanche. Depois seguimos pela Rua Vitória até a Rua dos Fanqueiros, com a intenção de seguir para o Castelo de S. Jorge. Há diversas formas de subir até o Castelo, como de ônibus, táxi ou a pé. Muitas pessoas sobem pela rua, entretanto há dois elevadores gratuitos que nos levam para a costa do castelo. Nesta rua dos Fanqueiros, entre os números 170 e 178 (já de frente para a Rua Vitória), há o primeiro elevador, que leva até a Rua da Madalena. Não é difícil encontrar. Ao sair do elevador na Rua da Madalena, já siga para a esquerda até o largo Adelino Amaro da Costa (poucos passos). Basta entrar no supermercado Pingo Doce, pois o elevador está logo após os caixas. O elevador vai deixar em um mirante que rede ótimas fotos da cidade. Depois é só seguir as placas para o castelo, subindo a rua.
 



A bilheteria costuma ficar cheia. O ingresso custou 8,50 euros. Até 10 anos é gratuito. Há banheiros logo após a catraca de entrada e há um restaurante por ali. Tem um largo na entrada do Castelo bem legal, com local para sentar e um mirante. O chão é de pedra. Há locais que o carrinho de bebê trepida muito. Fomos de carrinho de bebê e em muitas partes do castelo tivemos de carregar ele fechado, pois os corredores para andar eram muito estreitos, fora as escadas e o chão de pedra. Mas não me arrependi de ter levado o carrinho, pois compensou o restante do dia, afinal só passamos duas horas em média no castelo. Vi muitos bebês lá no canguru ou sling, opção muito melhor para os bem pequenos, por causa da trepidação no carrinho e das escadas. Como o meu pequeno tinha 3 anos e meio na época, deu para levar super bem. O Castelo é super bonito e vale muito a pena visitar.





Para voltar para o centro, é só voltar pelo mesmo caminho, ou seja, pelos mesmos elevadores.

Depois seguimos para o Museu do Carmo, que se trata de uma igreja de 1389 que sofreu um terremoto em 1755 e perdeu o teto. O espaço é muito bonito e as peças do museu são bem interessantes. Vale muito a pena visitar também. Para chegar lá você pode subir pelo elevador de Santa Justa, 5 euros para subir e descer. O elevador é parecido com o de Salvador, na Bahia. Todo em ferro, há um mirante na parte de cima. Na parte de cima há uma escadaria ao sair do elevador, se estiver de carrinho também será um problema. Acabamos não indo pelo elevador, já que tivemos de ir no consulado por causa do BO da perda da carteira no dia anterior. Subimos e descemos pela rua do lado mesmo, sem nenhuma complicação, exceto pelas calçadas às vezes estreitas para andar com o carrinho.



Para entrar na igreja do Carmo o ingresso foi 3,50 euros e para o pequeno foi de graça. O passeio não é muito demorado ali. Há escadas na entrada, como o pequeno estava dormindo, pedimos para usar a rampa eletrônica para cadeirantes. 

Para retornar poderíamos usar a estação Baixo Chiado, que é a mais perto dali. Mas acabamos voltando a pé para o hotel, pela av. da Liberdade novamente.

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